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Resíduos Industriais ( farinhas, óleos e sebos ), onde colocá-los frente as restrições de mercado?


Devido  ao  aumento  do  consumo  de  carnes  e  conseqüente  aumento  da produção  animal  nos  países  em  desenvolvimento,  houve  também  um  acentuado crescimento na produção de rações. No Brasil, em 2002, deveremos alcançar cerca de 42 milhões de toneladas de rações (Perfil, 2002). Em razão disso, essa indústria tem  demandado  grandes  volumes  de  ingredientes,  havendo  poucas  alternativas  à combinação milho e farelo de soja.   Uma alternativa freqüentemente usada é o uso de farinhas de origem animal (FOA) e gorduras animais resultantes do abate animal. 
Essa  alternativa  conduz  a  vantagens  nutricionais  e  econômicas  na  formulação, desde que assegurada a qualidade das mesmas. 
Considerando que no Brasil há uma produção anual de carnes superior a 16 milhões de toneladas (bovina ~ 7, aves > 6,9 e suína > 2,3 ) e assumindo  cerca de 35  %  de  perdas  no  abate,  como  resíduos  não  comestíveis,  50  %  de  água  nos resíduos, chega-se a aproximadamente valor de 4,0 milhões de t em produtos não comestíveis  e(ou)  recicláveis  (farinhas  e  gordura  animal),  representando aproximadamente  R$  2  bilhões/ano  (Tabela  1).  Essa  cifra  tem  sido  usada principalmente  na  agregação  de   valor  na  indústria  de  rações,  a  qual  movimenta mais  do  que  R$  15  bilhões/ano.  Há  alternativas  que  veremos  a  seguir,  mas  no momento  não  estão  suficientemente  testadas  ou  não  existem  indicações suficientemente  claras  para  usá-las.  Por  isso,  toda  consideração  que  se  faça  no momento,  relativa  aos  subprodutos  de  origem  animal,  deve  levar  em  conta  o  que representam  na  economia  do  país,  na  segurança  alimentar  dentro  da  cadeia  de carnes e no meio ambiente.

Confira o vídeo:

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Fonte: Cláudio Bellaver